BTS: Biografia de Jungkook faz retrato apaixonado dele – 26/01/2026 – K-cultura

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BTS: Biografia de Jungkook faz retrato apaixonado dele - 26/01/2026 - K-cultura

Jungkook, o integrante mais novo do BTS, ganhou uma biografia não autorizada –ou seja, que foi escrita sem sua aprovação– que chegou às livrarias no Brasil pela BestSeller.

O livro narra a trajetória do caçula do grupo sul-coreano, de seu início como “azarão”, à carreira solo de sucesso. “Jungkook furou a bolha do k-pop e abriu espaço para sua ascensão como uma superestrela do pop global”, afirma a autora, a jornalista americana Monica Kim, que imprime um olhar apaixonado de fã ao longo de 200 páginas.

Filha de imigrantes coreanos, Kim escreve sobre o pop da Coreia do Sul em veículos como Vogue e já trabalhou numa gravadora do gênero. Ela mesma já entrevistou o BTS, em 2017. “O momento em que Jungkook entrou na sala vai ficar para sempre gravado na minha mente”, diz.

“O homem mais bonito que já vi, o que me pegou completamente desprevenida”, escreve. “Ele atinge aquele ponto intangível entre o real e o irreal. Bonito e másculo. Charmoso e carismático. Perfeitamente imperfeito e imperfeitamente perfeito.”

Para a biografia, a autora passou meses “dissecando os ensaios de dança, absorvendo lives e apresentações ao vivo”, e admite que a obra é um tributo ao cantor de 28 anos.

Ela o enche de elogios. Exalta seu “profissionalismo impecável”, compara sua dança à de um “Fred Astaire contemporâneo” e dedica parágrafos à sua voz, com “coloração vocal quente e suave, como mel ou manteiga, mas também aerada, leve como espuma ou bolhas”. “Jungkook tem uma magia que não dá para por em palavras, um charme efêmero que pertence somente a ele”, diz.

Aos 13 anos, Jungkook se inscreveu num programa coreano aos moldes de American Idol, em 2011. Não avançou para a rodada seguinte, mas recebeu propostas de sete gravadoras. Optou pela desconhecida Big Hit. Ele saiu de Busan, cidade litorânea no Sul do país, para viver uma rotina de treinamento intenso na capital Seul.

Quando debutou no BTS, tinha 15 anos. O caçula cresceu sob o olhar da mídia e do público exigente dessa indústria. O septeto, zombado no início da carreira, se tornou o grande responsável por expandir o k-pop pelo mundo. A autora aborda essa expansão, passa pela fundação do gênero e da sociedade coreana —momentos em que o livro fica mais interessante.

O vocalista principal foi o último a lançar carreira solo, em 2023. A estreia foi planejada pela gravadora para torná-lo um astro do pop mainstream global. O álbum “Golden”, todo cantado em inglês, contou com profissionais ocidentais nos bastidores e nomes como Shawn Mendes e Ed Sheeran nos créditos.

O single “Seven” tenta mostrar um lado mais rebelde de Jungkook, que fala palavrão e canta sobre “transar sete dias por semana”. A música se tornou a mais rápida a atingir 1 bilhão de reproduções no Spotify e alcançou o topo da Billboard Hot 100, ranking das mais ouvidas nos Estados Unidos.

Ele fez ainda parcerias com Charlie Puth, Usher e Justin Timberlake. O caçula acumula vários outros feitos sozinho. Fez show na Times Square, cantou na abertura da Copa do Mundo do Qatar, foi nomeado embaixador global da Calvin Klein.

Kim defende que, dos sete integrantes, Jungkook era o que tinha maior potencial de estrela global. Ele é um dos mais populares —são cada vez mais frequentes seus pedidos para que fãs não cerquem sua casa. Neste mês, uma brasileira foi detida por supostamente perseguir o artista.

A autora afirma que Jungkook “realizou o impossível” ao se tornar um “popstar asiático acolhido pelo Ocidente”. “Ele desafiou o status quo. Ele ainda não terminou”, diz, e o coloca à altura de astros como Harry Styles e Justin Bieber —mas ele ainda não chegou lá.


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Fonte ==> Uol

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